Carnaval

Dicas para Curtir Carnaval Namorado!

Olá seja bem vindo ao primeiro artigo Eucontigo blog 2019, e para começar o ano vamos inicar falando de carnaval, claro, que não podíamos deixar de falar sobre a folia que para o país e no tema de hoje vamos colocar alguns vídeos sobre como curtir o carnaval namorado e como deixar a sua folia mais feliz!

Como curtir o carnaval namorado! “lgbt”

Dá pra curtir o carnaval casado?

Dicas de como curtir o carnaval namorado! hétero

Mais dicas! kkkk Resenha!

 💡 Dicas de sobrevivência no Carnaval de Olinda! Para Solteiros e Namorados
  • Aprenda os principais frevos e demais músicas carnavalescas. Depois de ouvi-las umas 58 vezes por dia, é possível que você decore-as de todo jeito, mas é legal começar a festa já cantando junto com o pessoal. Aqui tem alguns exemplos, da lindona “Hino do Elefante” a clássicos como “Madeira que Cupim não Rói”.
  • Fantasias são muito bem-vindas e quanto mais criativas e inusitadas, melhor. Mas caso seja sua primeira vez, aconselho colocar o conforto em primeiro lugar e lembrar que aquela roupa linda pode voltar pra casa meio destruída. Escolha um look de tecidos leves e cômodo, mas também não precisa cair no tédio. Se jogue nas cores, lantejoulas, lamê, tule e glitter, muito glitter. Muito mesmo. De preferência biodegradável.
  • Use um sapato fechado (seu pé será pisado), confortável (nada de estrear aquele modelo novo) e não muito amado (ele provavelmente vai terminar tão sujo que você nem vai lembrar qual era a cor original).
  • Se alimente bem antes de sair de casa, porque beber de barriga vazia não dá, mas evite alimentos pesados. A leitora Lis Veras recomenda comer açaí antes da folia: “É uma ótima opção porque dá energia, alimenta e enche o bucho! :)”
  • Guarde o dinheiro dentro da roupa, de preferência em uma doleira (aquelas mini pochetes que ficam por dentro da calça). Além disso, tente levar dinheiro trocado (imagina perder R$ 100 assim, como se nada?) e se possível distribua as notas em mais de um lugar. Vai que você pega R$ 5 pra pagar uma cerveja, deixa cair o resto e não percebe? O álcool faz dessas coisas… (conselho baseado em fatos reais)
  • Leve também alguns itens emergenciais, que podem ir numa bolsa pequena a tiracolo, como bem indicou a leitora Geraldina: “prendedor de cabelo, lencinhos de papel (porque os banheiros podem oferecer uma ingrata surpresa), pente, protetor solar e algum dinheirinho trocado para não ficar abrindo a doleira o tempo todo. Na doleira, além dos ‘dólares’, um documento de identificação e a carteirinha do plano de saúde”.
  • Antigamente a dica era “deixe o celular em casa”, mas já que hoje em dia ninguém vive sem umas selfies (e pode ser útil entrar em contato com os amigos caso você se perca), vamos ser realistas: se possível, leve um celular velhinho. Perder o iPhone entre um espreme-espreme e outro não vai ser o ponto alto do seu dia.
  • Não esqueça o protetor solar! “Já saia de casa com ele e se possível, leve pra retocar, a não ser que queira terminar o dia fantasiado de camarão!”, alerta a leitora Helga Vasconcellos.
  • Precisa de uma dose extra de conforto? Tradicionalmente todas as festas são gratuitas, mas nos últimos anos têm surgido cada vez mais camarotes. Existem diversas opções no Galo da Madrugada, instaladas nos prédios que ficam no percurso do bloco, muitas vezes com shows, comida e bebida incluídas. Também tem alguns durante todos os dias de festa no Recife Antigo, como o do bar Seu Boteco. No caso de Olinda, o maior camarote é o Carvalheira na Ladeira, mas não fica no meio da folia e a programação tem pouco ou nada a ver com o Carnaval tradicional. Uma opção interessante na Cidade Alta de Olinda são os day uses de algumas casas e pousadas, como o da Pousada dos Quatro Cantos, que dão acesso a banheiros limpos, comida e vista pra as ladeiras.
  • Deixe o carro em casa e aproveite os ônibus. Fora as linhas comuns, há um sistema de ônibus especial pra o Carna, o Expresso Folia, que vai de shoppings da cidade (normalmente Plaza, RioMar, Recife e Tacaruna estão incluídos) até o Recife Antigo, sem paradas intermediárias. Mais recentemente, surgiu outro Expresso que deixa perto do foco da folia em Olinda. Mas atenção: é preciso comprar a passagem de ida para ter direito a volta (o preço único em 2017 era R$ 8 para o Recife Antigo e R$ 10 para Olinda).
  • Táxi (e, mais recentemente, Uber e similares) também é uma opção, principalmente para a ida. Mas na volta, prepare-se para esperar um bocado ou andar bastante pra longe do foco da folia. Provavelmente será difícil conseguir um carro disponível.
  • Se estiver vindo de fora, o ideal é arrumar um pernambucano folião pra lhe guiar pela melhor parte da folia, especialmente em Olinda. Mas se isso não for possível, não entre em pânico: não vai faltar gente disposta a lhe ajudar a chegar nos lugares, nem blocos pra você seguir onde quer que esteja. Só será preciso uma dose extra de paciência enquanto você não se encontra.
  • Tente sair de casa cedo, com seu grupo já unido, e evite procurar outros amigos por lá. Tentar encontrar gente no meio da multidão, principalmente em Olinda, é receita pra estresse.
  • Combine um ponto de encontro com seu grupo, pra o caso de alguma ovelha se desgarrar do rebanho. Seu celular pode não funcionar, ou seus amigos podem não ouvir suas chamadas. Melhor não dar chance ao azar.
  • Evite andar contra o fluxo dos blocos. Como lembra a leitora Leilane, é mais fácil esperar que ele passe ou, é claro, entrar na onda e acompanha-lo!
  • Saiba que vai rolar empurra-empurra. Vão pisar no seu pé. Pessoas suadas vão se encostar em você. Crianças (ou adultos) vão jogar água em você. A solução? Abstrair! A não ser em casos extremos em que alguém possa se machucar, vá na onda e relaxe.
  • Encontrou algum conhecido no meio do bloco? Saia do fluxo pra falar com ele ou cumprimente-o rapidamente. Atrapalhar o andar da coisa pra bater papo não pega bem.
  • Beba muita água, especialmente durante o dia em Olinda. Vai ser muito sol no quengo (a.k.a. cabeça), muita ladeira, muita dança, muita cerveja (que desidrata, né, gente!)… Não tem a menor graça passar mal na folia.
  • Se for beber cerveja, divida sempre com um amigo, em vez de beber uma lata sozinho até o fim. É preciso estratégia para driblar a impressionante rapidez com que o suco de cevada esquenta nessa ocasião, especialmente com a moda de latões. Outra dica é comprar uma “camisinha”, aquele envoltório de isopor que dá uma segurada na temperatura – e que nessa época vem até vestida de bumba-meu-boi com chita (acho fofo).
  • Você provavelmente vai se deparar com bebidas de nome e aparência estranhos como “axé de fala” e “jurubeba“. Ambas são feitas de cachaça, sendo a primeira produzida artesanalmente e misturada a vários tipos de ervas. E o leitor Carlos Cordeiro lembrou do clássico Pau do Índio, cuja receita secreta é produzida nas ladeiras olindenses há algumas décadas. São todas bebidas doces e podem parecer inocentes, mas tão longe disso. 😉
  • Cerveja + cerveja + jurubeba + axé + água… já sabe: apesar do suor, vai bater vontade de ir no banheiro algumas vezes. O leitor Amaro deu uma dica: “ao se deparar com um razoavelmente decente, use-o (mesmo que não esteja morrendo de vontade). Na hora do desespero, o tempo na fila pode virar uma eternidade…”. Banheiros químicos podem ser difíceis de achar, mas muitas casas e bares pelas ladeiras oferecem acesso a uma privada (possivelmente em condições questionáveis) por cerca de R$ 2.
  • No Recife Antigo, um ponto de apoio interessante é a Central do Carnaval. Nele, tem restaurantes, lanchonetes, caixas eletrônicos, fraldários, banheiros, pontos de informações ao turista e estande de achados e perdidos. Outra dica é aproveitar a estrutura do Paço Alfândega, pequeno shopping que fica bem ali no miolinho.
  • Se estiver em casal, tente não se estressar com as prováveis investidas de membros do sexo oposto ou do mesmo sexo em direção ao seu ou sua respectivx. Folia não combina com ciúmes e ninguém é posse de ninguém.
  • Dito isso, vale diferenciar paquera de assédio. Não significa não. E não é porque é Carnaval que tá liberado forçar a barra, passar a mão ou ser conivente com quem faz isso. Se perceber que alguém tá sendo assediada perto de você, ajude a pessoa. Vamos mudar essa cultura juntxs.
  • Caso seu relacionamento ainda seja indefinido, convém deixar claras as regras referentes à pegação: defina se o rolê com o crush é monogâmico, pra evitar conflitos por falhas na comunicação.
  • Se estiver querendo evitar perrengue, tente chegar cedo em Olinda e sair antes do fim da tarde. No começo da noite, muita gente vai embora ao mesmo tempo e pode ser difícil pegar ônibus e táxi.
  • À noite rolam alguns shows e vale a pena ficar se você estiver com uma galera ou hospedado por lá, mas se estiver só, é bom redobrar a atenção quanto à segurança.
  • Não arranje briga, nem entre em briga. “Melhor até nem pronunciar a palavra briga”, como disse o amigo Fábio Melo.
  • Leve camisinhas. E, se surgir a ocasião, não “se esqueça” de usar as benditas.
  • Cante tudo errado, abrace seus amigos (incluindo os recém-conhecidos, é claro), pule feito doido, dance como se não houvesse amanhã, grite até perder a voz e seja feliz.

 

Dicas para Curtir Carnaval Namorado!
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Marcos Paulo Vilela

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